MÍDIA

- DYNAMITE ONLINE [12/05]:

- O som é industrial com influências do Ministry, porém menos metal, o som é pesado, psicótico e muito legal. Um integrante fixo detona uma percussão de ferro-velho a todo momento, dando peso ao som da banda, bem como as bases pré-gravadas que o vocalista e baixista Brasil solta em cada música. As guitarras e a batera marcada também tornam o som denso e compacto. Realmente uma boa surpresa destes dinossauros do industrial curitibano.

Herik Correia [Sobre o Linos Rock Festival].

- Fiber on line [07/05]:

- O Mecanotremata é uma autêntica sinfonia industrial, pesada e ruidosa.

[Sobre as músicas disponíveis em seu site].

- Revista Fascículo [02/01]:

- Bonus - Track é um curta metragem muito doido de 11 minutos, rodado nas ruas de Curitiba, em apenas uma noite. É um ensaio plastico sonoro do qual a trilha sonora é um dos pontos fortes dessa produção que possui uma linguagem e um ritmo de video-clip com tratamento de cinema.

[Sobre a trilha sonora composta pelo Mecanotremata].

- Jornal Gazeta do Povo [14/04/00]:

- A cooperativa eletrônica Zootek assinou a apresentação mais comentada da noite. Não tanto pelo som industrial. Foi mais pelas performances assustadoras dos integrantes, membros dos grupos Mecanotremata, clonedt, L.I.F.O. e Beat Dada. Munidos de latões, tubulação de submarino [diretamente de Antonina] e cones de sinalização rodoviária, espancavam um coitado enquanto outro não menos pirado berrava o nome da música, "Recusado".

Heloisa Felix [Sobre os shows realizados durante a entrega do Prêmio Fun].

- Jornal Gazeta do Povo [16/07/99]:

- Os critérios de 7777777 incluem uma lista inacreditável de samples que une Ramones a Ary Toledo, Astor Piazzolla a Betty Boo...além de outras bandas curitibanas como Woyzeck, Mecanotremata e Equipe Espacial, as duas últimas com excelentes músicas inéditas retrabalhadas pelo músico.

Abonico Smith [Em entrevista com Clone DT].

- Jornal Gazeta do Povo [26/02/99]:

- Ouço coisas como Björk, Peter Gabriel e a banda industrial curitibana Mecanotremata. Buscar linguagens fora do rock ajuda a criar coisas novas.

Gugu vocalista do Primal [Em entrevista à Fabiano Camargo].

- Jornal Gazeta do Povo [01/01/99]:

- ...por último, o Mecanotremata fez a melhor apresentação da noite, o impacto visual da cena era incrível. Três figuras subiram no palco trajando macacões de operários. Um pegou o baixo, outro o microfone e um terceiro (que usava uma máscara bizarra), pulou de trás de um tonel e uma lataria de submarino que foram usados como percussão. A destruição começava assim que uma bateria eletrônica alta e superacelerada era disparada, era um bom exemplo de rock industrial em seu estado puro, uma impactante música que converge para o caos. No final a quebradeira se generalizou: o vocalista também participou da percussão e a sucata apanhava até ser escurraçada do palco; foi aí que o público interagiu no show, chutando as peças e pegando canos para massacrá-las...Apoteótico é pouco.

Rodrigo Duarte [Sobre o show realizado no 92 Degrees].

- Jornal Gazeta do Povo [02/10/98]:

- Integralmente voltado ao som industrial, o Mecanotremata promove uma quebração geral, com base de instrumentos convencionais e sucata - eles tocam em latões de óleo, canos, chapas de metal e, xodó do grupo, uma tubulação de submarino conseguida em um desmanche em Antonina.

Fabiano Camargo [Comentário sobre os shows].

 

- Jornal Gazeta do Povo [25/09/98]:

- A maior surpresa vem do bloco tecnológico, a Curitiba gélida, tanto no tempo quanto nas relações humanas, parece estar favorecendo o surgimento de bons nomes eletrônicos. O Mecanotremata une poesia à trilha caótica do industrial.

Abonico Smith [Sobre a coletânea LOTOTOL].

- Jornal Virtual Arlequinada [07/06/98]:

- Outro que faz som industrial é o Mecanotremata, que substitui as guitarras por baixo, drum machine, teclados e uma paranafernália que inclui latões, tubulação de ar e peça de automóvel. Com influências que vão de Ministry ao próprio Loop B e usando fortes referência de EBM (eletronic body music), o quarteto paranaense produz uma sonoridade ao mesmo tempo hipnótica e bombástica.

Maria Helena de Moraes [Sobre o show no Curupira].

- Jornal Gazeta do Povo [06/06/98]:

- A noite promete. Iniciativa inédita na cidade, esta reunião pretende apresentar novas tendências nacionais, ainda restritas ao circuito underground. DJ Hermes, Fuksy Faluta, Clone DT, Mecanotremata e Loop B devem enlouquecer os já iniciados, bem como fazer com que o queixo de muitos literalmente caia.

Humberto Slowik [Sobre o festival Industrialtechnocaos].

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